Blog Contra Grife

Novidades e conteúdo exclusivo sobre música e entretenimento cult.

Não é segredo que a genialidade tem seu preço. Não raro através da história humana conhecemos casos de pessoas que, apesar de serem mega inteligentes e terem chegado a grandes feitos que mudaram a humanidade, não eram um exemplo de sanidade mental. Na música então, nem se fala. Com o advento da comunicação de massa em meados do Séc. XIX, as fofocas sobre a vida privada de pessoas de destaque na sociedade viraram um rentável nicho de mercado para a imprensa. E o pessoal ligado ao “show business” virou uma fonte inesgotável de notícias. O Blog da Contra Grife foi atrás de umas “excentricidades” já noticiadas de alguns de nossos ídolos, que por serem tantas, vamos publicar em duas partes. Boa diversão…(ops) leitura, pessoal.

Arthur Lee – Em 1968, ele e sua banda, Love, adotaram uma dieta de maconha, ácido e heroína, para compor as canções do álbum “Forever Changes”. O músico sempre foi conhecido por seus impulsos de agressividade, andava sempre armado e vivia sendo preso. Numa dessas ocasiões, inclusive, disse ter encontrado Deus.

 

Sid Vicious  – Foi um dos caras mais loucos do já insano Punk Rock. Em um de seus grandes tumultos, bateu nos fãs do Sex Pistols com uma guitarra. Chegou a injetar heroína com água retirada da privada suja. Peitou cowboys em apresentações dos Pistols em uma turnê americana e apanhou muito. Vivia louco ao extremo. No final de seus dias, foi acusado de matar a namorada, Nancy Spungen, encontrada morta no banheiro do apartamento que eles viviam, em New York. Morreu de overdose em 1979.

Curiosidade: Na biografia de João Gordo, há relato de que um dos membros dos Ramones, que costumava andar com Sid, confessou ao líder do Ratos de Porão que a história do assassinato de Nancy não foi bem como a polícia diz e que Sid era inocente. Ele conta que ela teria sido morta por um traficante. Mas, em meio a tanta loucura, jamais saberemos o que realmente ocorreu.

 

Chuck Berry – Outra lenda que vivia aprontando. Seu ato mais louco foi quando acabou processado por 60 mulheres, que o acusaram de filmá-las no banheiro de seu restaurante no Missouri. Defendeu-se alegando que elas – as “fãs” – é que teriam “posado” para ele.

 

Little Richard – Um dos precursores do rock’ n’ roll, renunciou à música devido a “sinais divinos”. Foi preso diversas vezes por abuso de cocaína. Chegou a apresentar sinais de esquizofrenia e quase foi baleado por meter-se em confusões. Felizmente, está entre nós até hoje!

Na foto abaixo, nosso saudoso e eterno Lemmy vestindo uma das peças que fizemos exclusivamente para ele, um dos momentos mais fantástico da Contra Grife.

 

David Bowie – Outro dos grandes nomes do rock que cheirou quilômetros de cocaína. Vivia “espiado” e com mania de perseguição. Nos anos 70, achou que satã estava em sua piscina, em Los Angeles, o que o levou a encenar um exorcismo na mesma. Imaginem a cena! Deve ter sido hilário, não fosse a seriedade do assunto para nosso Homem do Espaço.

 

Lou Reed – Líder do Velvet Underground, afirmava que seus pais o submeteram a sessões de eletrochoque porque pensavam que ele fosse gay. Em 1975, lançou “Metal Machine Music”, um álbum com quatro lados de barulho eletrônico inaudível.

No começo de sua carreira, totalmente falido, vendia o próprio sangue para se alimentar ou comprar drogas. Literalmente, deu o sangue pelos seus sonhos.

 

Roky Erickson – Fundador da banda psicodélica 13th Floor Elevators. Após passar anos em um sanatório, ligava rádios e TVs em sua casa, no Texas, para abafar “vozes”.

Até hoje ele esconde-se em casa por causa dos discos voadores que virão abduzi-lo. Roky foi vítima do abuso de LSD, mas como não estava em estado comparável ao de Syd Barret, o caso dele tinha volta. Só que por descuido, acabou preso por posse de maconha e seu advogado deu a ele duas opções: ser enjaulado por alguns anos ou  alegar problemas mentais (fugindo das grades, mas sendo internado em uma clínica psiquiátrica). Acabou escolhendo a segunda opção e, submetido a tantos tratamentos de choque, nunca mais bateu bem da cabeça. Posteriormente, suas canções foram gravadas por grandes nomes do rock, incluindo: R.E.M, Foo Fighters, Ghost etc.

 

Jaz Coleman – Integrante do grupo Killing Joke, é outro maluquete de carteirinha. Ocultista praticante, ao longo de sua vida passou por diversas seitas. Poucos anos atrás, durante uma tour com o The Mission e o The Cult, desapareceu do nada. Foi encontrado semanas depois no deserto do Saara, na África, alegando que necessitara entrar em retiro espiritual.

Mas essa não foi a primeira vez que o músico sumiu do mapa sem avisar. Em outra ocasião, abandonou tudo para fugir do que pensava ser o “apocalipse” profetizado pela seita na qual se encontrava na época. Pois é, não rolou…

 

Iggy Pop – Um dos precursores do punk ao lado dos Stooges, tinha o hábito de se cortar ou andar sobre cacos de vidro no palco. E a coisa não para por aí. Na verdade, isso era brincadeira de criança para ele. Quando os Stooges foram assinar o contrato com a gravadora Elektra, Iggy vivia tão chapado que acreditava poder atravessar paredes como um fantasma. Tentando demonstrar isso, machucou-se muito.

Costumava se drogar antes de subir ao palco. A banda toda esperando e nada de Iggy aparecer. Espiando no camarim, geralmente o encontravam desmaiado, com uma seringa no braço. A solução era jogar um balde d’água para ele voltar a si. Depois desse legítimo balde de água fria, se levantava, subia ao palco e entrava em ação, como se nada tivesse acontecido. Em outra ocasião, Elton John vestiu-se de gorila e entrou no palco dos Stooges e o levantou em seus braços. De tão louco que estava, Iggy ficou apavorado com a presença de um macaco no palco, saiu correndo em disparada.

Seus colegas de banda tinham que andar com ele amarrado à uma corda quando saíam à rua, tamanha sua preocupação com o que ele poderia fazer. Já imaginou ter Iggy como um “pet”? Doidera…

 

Semana que vem tem mais!

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