Blog Contra Grife

Novidades e conteúdo exclusivo sobre música e entretenimento cult.

Conforme o prometido no último post, essa semana o Blog da Contra Grife conta mais um pouquinho das “pequenas” travessuras de nossos ídolos. Sem delongas:

Mike Patton – O frontman do Faith no More sempre foi um insano total. Brilhante e talentoso na música, sempre foi agressivo em performances e atitudes, por mais biruta que a ideia pudesse parecer.

Mike Patton

Muitas vezes refere-se a si mesmo como “um terrorista de merda”, porque gosta de defecar em lugares inusitados, como palcos e bastidores. Urinar em locais inapropriados também faz parte de seu repertório (diz a lenda que o próprio Axl Rose seria um deles), assim como tomar “banhos” de mijo em apresentações ao vivo.

Também zoava geral a música dos Chilli Peppers, executando-as bizarra e obscenamente em apresentações mundo afora.

Mike é imprevisível, empolgante, com ele não tem tédio. Em seus shows não dá para tirar os olhos dele, pois nunca se sabe o que ele vai fazer. E todo o cuidado é pouco.

 

Keith Moon – Sua vida foi envolta em loucuras, como a famigerada festa em que entrou com o carro na piscina de um hotel, os passeios que dava com sua ratazana em uma guia, quando se fantasiava de mulher ou de Hitler para sessões de sadomasoquismo com algumas groupies. Tomava, até mesmo, tranquilizante para elefantes (é de se imaginar os tipos de traficantes que ele conhecia).

Keith Moon

O The Who sofria nas mãos de Keith, mas era um preço baixo a ser pago por atuações tão brilhantes nos palcos.

 

Ginger Baker – O eterno baterista do Cream, conhecido por ser insuportável e egocêntrico ao máximo, mantinha talentosamente esses defeitos junto ao virtuosismo musical que o colocou entre os melhores bateristas da história.

As dificuldades em lidar com ele eram gigantescas. Baker arrumou confusão por onde passou, teve dezenas e dezenas de mulheres, dezenas de filhos e foi relapso com todos. Bastava outra garota aparecer para os abandonar.

Tinha gênio forte e violento, não foi muito diferente de Phil Spector ou Arthur Lee, do Love, que, inclusive, andavam armados. Em um episódio, por exemplo, Baker pisoteou seu ex-parceiro de banda, Jack Bruce. Suas transgressões só não são maiores que seu talento.

Engraçado como bateristas podem ter essa proximidade com a loucura, não é mesmo?  Skip Alan, do Pretty Things, foi outro que incendiava de várias formas qualquer lugar que pisasse, mas deixarei ele para um outro momento, tem mais batera por aqui hoje.

 

John Bonham – O baterista do Led Zeppelin é a melhor definição que se pode ter para a expressão “brutamontes”. Bonham foi conhecido como um dos maiores bebuns do rock, daqueles que bebiam até morrer (Literalmente! Bonzo morreu afogado pelo próprio vômito após ingerir mais de 40 doses de vodca).

As loucuras e excentricidades de Bonham misturam-se ao estilo alucinado que sua banda viveu. As histórias que envolvem o Led Zeppelin não são poucas e muitas delas, pra lá de bizarras. John vivia na velocidade máxima, adorava carros velozes, ultrapassava os limites e era um sujeito pra lá de agressivo. Bill Graham, proprietário do Fillmore East e empresário nas décadas de 60/70, dizia que a banda era uma gangue formada pelas pessoas mais perigosas do rock. Em sua biografia, há um capítulo inteiro dedicado ao Led relatando, principalmente, incidentes de agressividade extrema por parte do empresário da banda Peter Grant e de John Bonham.

Tacos de baseball eram fichinha perto da porrada desse cara. Porrada que ficou marcada na história do rock, um verdadeiro monstro dentro e fora da redoma de sua batera.

 

Tommy Lee – Muitos dizem que as histórias na vida dos músicos do Mötley Crüe fariam Ozzy Osbourne e Keith Richards corarem. Os caras são pirados e Tommy Lee, o maluco mor da banda. O baterista (novamente um baterista) era casado com a atriz Pamela Anderson. Em um passeio de iate, resolveram dar “uma” e filmar a parada toda. Em 1995, o vídeo foi roubado da casa dos Lee por um ex ator pornô, Rand Gauthier, que queria se vingar de Tommy, que o tratou muito mal durante um serviço de eletricista que fez em sua mansão. O vídeo viralizou geral na década de 90 (sim, isso já existia naquele tempo, bastava envolver sexo e gente famosa).

Diz a lenda que durante uma turnê, Lee intimou Ozzy (nosso onipresente Prince of the Fucking Darkness) para uma competição de quem fazia a maior loucura. Perdeu quando o “madman” cheirou uma carreira de formigas.

A banda fazia concurso para ver quem conseguia fazer sexo com mais garotas e ficar mais tempo sem tomar banho. Imaginem o “budun” deles? Tommy, inclusive, oferecia US$ 20 para mães e filhas que transassem com eles ao mesmo tempo. Estavam quase falindo de tanta gente que apareceu. Então, mudaram a oferta para avós e netas. Apenas conseguiram não falir…

Sabe o estilo de vida do rock’n’roll? Tommy Lee e sua banda, personificavam ele.

 

GG Allin – GG Allin sempre prometeu que cometeria suicídio em pleno palco. Tinha até data para o feito, mas não conseguiu cumprir a sua promessa. No dia em que prometeu se matar, estava preso.

Sua mãe mudou seu nome quando ainda era pequeno, (seu nome de batismo era, Jesus Christ Allin, nada mais inapropriado), talvez antecipando os problemas que teria com o filho endiabrado. Devido ao seu comportamento “diferente” desde tenra idade, acabou incluído em uma turma de “excepcionais”, por um ano, na época escolar.

Acabou recebendo o rótulo de maluco, psicopata. Biógrafos desvendaram sua história de vida. Seu pai era um fanático religioso, alcoólatra, que ameaçava matar a família toda (chegou a fazer as covas de cada um no porão da casa onde moravam). GG nunca admitiu que houvesse relação entre seu passado e as bizarrices de suas apresentações. Será?

Em fins de junho de 93, o “Criminal Quartet”, sua última banda, teve o show interrompido pelo dono do bar onde tocavam. Allin saiu pelas ruas da cidade completamente bêbado e cagado. Acabou em uma festa na casa de um amigo, onde aplicou uma dose cavalar de heroína e morreu esquecido num canto da casa. Horas depois o descobriram, chamaram os médicos (que atestaram sua morte), enquanto continuavam a festa, batendo cinzas de cigarro sobre seu cadáver. Reza a lenda que foi velado ali mesmo, de cueca, imundo, com seus discos ao redor. Conforme seu desejo, foi enterrado com uma garrafa de Jim Bean.

Difícil encontrar alguém mais pirado do que esse figura.

 

Semana que vem, na parte III, teremos a cereja do bolo. Aguardem…

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