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The Man Who Sold the World – 1970

Para muitos críticos é aqui que a história de Bowie começou, “The Man Who Sold the World” é o primeiro álbum gravado com o núcleo que o acompanharia por muitos anos, a banda “The Spiders from Mars”.

Apesar de muitos também apontarem que a jornada extra terrestrial do Bowie, tenha sido iniciada um ano antes, através do single de “Space Oddity” presente no disco de 1969, onde  Bowie assume um pouco mais a psicodelia é na obra de 1970 que ele começa a se soltar mais como o artista que marcaria a musica.

Longe do folk que marcou seu inicio, o disco trás elementos que esbarram no proto Metal e versos que adaptam a obra de Franz Kafka, Friedrich Nietzsche e Aleister Crowley, “The Man Who Sold the World” nasce como um ensaio para a sequência de obras que seriam entregues pelo músico nos próximos anos

Apesar de ser um belo disco, ainda falta nele um pouco da genialidade teatral que viria a seguir, mas que “The Man Who Sold the World”  é uma das melhores obras de Bowie, isso é.

 

 

Hunky Dory – 1971

Hunky Dory foi o quarto disco de estúdio de Bowie, gravado no verão de 1971.

O disco é considerado como um dos melhores trabalhos do artista que aqui começa a assumir uma nova fase em sua vida.

“Changes” abre a obra adiantando mudanças que a partir de Hunk Dory  seriam mais do que naturais na carreira do musico.

O disco ainda trouxe outra das maiores composição de nosso camaleão, a belíssima “Life on Mars?”, a obsessão dele por busca na vida fora da terra seria constante até o final de sua vida.

 

 

The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars – 1972

Era  de se esperar que após Hunky Dory Bowie continuaria sua obra em busca da perfeição de suas ideias e isso ficou escancarado em  The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars.

Bowie assume a teatralidade na pele de seu Ziggy Stardust e despejacanções do calibre de “Moonage Daydream”,                 “Starman”, “Ziggy Stardust”,  “Suffragette City”  e “Rock ‘n’ Roll Suicide”.

O disco figurou entre os melhores álbuns de todos os  tempos inúmeras vezes e para muitos é considerado sua obra prima.

É nesse ano que Bowie também produziu um dos álbuns mais influentes do rock, o “Transformer” de Lou Reed.

 

 

Diamond Dogs – 1974

Diamond dogs é uma  obra fortemente emocional, mais pesada, era para ser conceitualmente baseada em 1984 de George Orwell, mas acabou não sendo possível por questões de direitos, mesmo  assim ele deu um jeito de abordar o assunto, “Big Brother” é um exemplo disso.

Basicamente é um disco mais raivoso e punk para os conceitos de Bowie, isso fica nítido em canções como  “Sweet Thing”, “Rock ‘n’ Roll with Me”e na clássica “Rebel Rebel”.

 

Station To Station – 1976

O disco marca o inicio do namoro de Bowie com o krautrock de Can, Neu! e Kraftwerk, marca também a aparição de seu ultimo alter ego nos anos 70, o  Thin White Duke.

É um disco inspirado, complexo, mas marca um período do qual Bowie nem sequer se recorda, por causa de seu vicio em cocaína.

Fascinado pela cultura egípcia, temas ocultistas e textos de Nietzsche e Aleister Crowley, o músico britânico fez do registro seu trabalho mais experimental e abertura de portas para a famosa trilogia de Berlim.

O funk é o que dá o toque diferencial em “Station to station”, principalmente em clássicos como “Golden Years”.

 

 

Low – 1977

Primeiro disco da trilogia de Berlim, Bowie inicia um período de reabilitação em uma longa viagem lúcida que geraria três clássicos álbuns que colocam as loucuras pessoais de forma exclusivamente musical e basicamente eletrônicas.

Gravado (em grande parte) entre setembro e outubro de 1976 no Château d’Hérouville, na França, mostra a tentativa do cantor e compositor britânico em se restabelecer depois de um longo período de excessos. Depois de uma temporada dividindo apartamento com Iggy Pop na capital da Alemanha, Bowie e o velho parceiro Tony Visconti decidiram brincar com os mesmos experimentos testados por artistas como Kraftwerk, Neu! e toda a geração de compositores da música local, fazendo do sucessor de Station To Station (1976) uma obra marcada em essência pelos experimentos.

É em “Low” que está uma de suas maiores composições, a bela “Sound and Vision”.

 

 

Heroes – 1977

Segundo capítulo da era de Berlim, esse álbum, mesmo que ainda experimental, traz um pouco mais de acentuação acessível, positiva, aqui é nítida a mão de Brian Eno fazendo com que as 10 canções pareçam girar em torno do grande clássico que batiza o disco.

De toda trilogia é o único disco gravado inteiramente em Berlim.

Nesse mesmo ano, além de lançar mais um belo disco, o “Lodger”, Bowie também tirou tempo para ajudar na produção de dois albums  importantíssimos para a carreira de seu grande amigo Iggy Pop, em “Lust for Life” e “The Idiot”, primeiro passo para a concretização da obra do ex The Stooges.

 

Scary Monsters (and Super Creeps) 1980

Esse disco tem um papel fundamental na discografia de Bowie por anunciar a chegada dos anos 80, primeiro álbum após a trilogia de Berlim, nessa obra vemos um Bowie mais dançante, brincando criativamente  com clichês da época, o musico soube muito bem como dirigir toda sua obra nessa década e tudo começa em Scary Monsters.

O  equilíbrio perfeito para que fosse possível seu salto ao mainstream, “Ashes to Ashes” quem o diga.

 

 

Let’s Dance – 1983

Para muitos pode não ser o melhor álbum de Bowie na década de 80, “Scary Monsters” teima em assumir essa posição, mas é inegável que “Let’s Dance” possui algumas das canções mais adoradas do cantor em toda sua  carreira.

Em faixas como a que dá titulo ao disco, “Modern Love”, “China Girl”, “Cat People (Putting Out Fire)”  e “Criminal World” Bowie assume o mega estrelato na década e todo esse brilhantismo pop é acentuado pelo começo da parceria com Nile Rodgers e pela  explosão da MTV.

 

 

Blackstar – 2016

Nesse intervalo de tempo entre Let’s Dance e Blackstar, Bowie assumiu várias roupagens musicais interessantes e a musica eletrônica esteve muito presente, muitos discos bons foram lançados, mas o Bowie mais clássico só deu realmente as caras em seu penúltimo álbum “The Next Day“, isso fez com que ele subisse novamente em seu ranking de pérolas art rock, todos esperávamos pelo sucessor e este veio em forma de despedida.

Blackstar anuncia sua partida, o musico já estava consumido pelo câncer e mesmo assim Bowie foi brilhante até o ultimo segundo e nos entregou uma obra densa, mas sublime.

A morte do cantor aconteceu dois dias após o lançamento do álbum, Blackstar viria a se transformar no primeiro trabalho de Bowie a conquistar o topo da Billboard.

 

 

 

 

 

Um manancial de grandes e eternas memórias
de tudo que é e foi relevante,
de tudo que não pode ser esquecido.

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